Pode-mos definir memória como o processo dinâmico que consiste na codificação, armazenamento de conteúdos mnésicos ou de informação. Se perdêssemos a memória deixaríamos de ser quem somos, porque o que somos e o que fomos depende da nossa memória. A memória torna-nos únicos, assegurando a nossa identidade pessoal. Não há conhecimento sem memória. Sempre que passamos por uma determinada experiência, cada um dos elementos da mesma é registado no cérebro em várias áreas cerebrais, com diferentes códigos.
Podemos classificar a memória em dois tipos distintos: a memória a curto prazo e a memória a longo prazo.
Memória de curto prazo. É a memória com duração de alguns segundos ou minutos. Neste caso existe a formação de traços de memória. O período para a formação destes traços chama se "Período de consolidação. Um exemplo desta memória é a capacidade de lembrar eventos recentes que aconteceram nos últimos minutos.

Mas à medida que avançamos na nossa idade vamos esquecendo algumas memórias da nossa vida. A psicologia chama-lhe esquecimento, mas quais são as causas do esquecimento?
O esquecimento é um processo inerente à memória e não uma doença. Sem o esquecimento, muita informação inútil, desagradável e conflituosa não seria afastada, o que perturbaria a nossa adaptação à realidade.
Concluindo, o conhecimento ocupa lugar. A memória é como uma caixa em que quando está cheia, o esquecimento vai permitir que novos conhecimentos sejam adquiridos.
Pedro Costa
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