quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O cérebro



Função motora,aprendizagem,inteligência,linguagem,memória,estrutura física subjacente da mente,função sensorial,pensamento,emoções,consciência,personalidade,persepção…
Poderia enumerar muitas mais palavras para defenir apenas uma. De que se trata ?

Pois bem, é o cérebro, apesar deste não parecer um dos órgãos mais fascinantes do nosso corpo, não é exagero considerá-lo como o órgão mais importante do corpo humano.
A sua complexidade baseia-se não só nas funções motoras e sensoriais como também possibilita muitas outras mais complexas, nomeadamente, o pensamento,as emoções, a memória e a consciência.

Grande parte do funcionamento do cérebro permanece indecifrável, pois para além da sua complexidade é particularmente extenso, pelo que ainda estamos longe de nos conhecermos verdadeiramente e talvez nunca o iremos conseguir “O cérebro irá sempre, certamente, suplantar o seu próprio intelecto”

Descobrir o modo de funcionamento do cérebro é, naturalmente, a mais árdua tarefa com que se tem confrontado a ciência, pois uma parte dos processos que decorrem no cérebro é determinada pela nossa herança genética e outra pelo mundo que nos envolve. No entanto o desenvolvimento prolongado deste órgão nunca irá esgotar as suas capacidades.

A singularidade do cérebro humano deve-se à dimensão relativa do córtex cerebral “ O homem é o animal em que, relativamente à dimensão do corpo, a espessura cortical é maior”, o que leva o cérebro humano a apresentar um maior grau de desenvolvimento.  

O olhar da psicologia:
Os seres humanos quando nascem , o seu  cérebro não está completamente desenvolvido, isto deve-se ao facto de este desenvolver-se de uma forma lenta e assim, possuirmos um cérebro imaturo e inacabado.
 São todos estes factores como a lentificação, a plasticidade, a aprendizagem, a especificidade, que nos tornam diferentes das outras espécies. Somos a espécie dominante do planeta pois conseguimos arranjar, inventar, criar maneiras para o sermos, uma vez que somos seres sociais que pensamos.
 Muitas cabeças pensam melhor do que uma, ou seja, muitos cérebros pensam melhor do que um.
 
“ O nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado, nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade “   Charles Chaplin
 
                                                                                                                                                    Ana joão Baptista
                                                                                                                 

 
 
 
 
 

A que se deve o comportamento humano e a sua especificidade- á hereditariedade ou ao meio social?


O comportamento humano deve a sua especificidade, tanto á hereditariedade, uma vez que possuímos uma base genética para todas as características que o ser humano tem (de que é exemplo, a inteligência), como ao meio social, na medida em que consoante o meio em que nos inserimos e no tipo de sociedade em que no desenvolvemos, adquirimos os fatores que a caracterizam. Desenvolvendo assim, a nossa personalidade e a nossa cultura de maneira semelhante aqueles que também se inserem no mesmo meio que nós.


Ana João
Andreia Lopes
Filipa Faria
Marta Oliveira
Marcelo Lopes

Inacabamento Humano


O inacabamento humano tem duas vertentes a primeira o inacambamento mental – a prematuridade, e a segunda o inacabamento físico- a neotenia. A prematuridade consiste na capacidade de desenvolvimento mental, a nível da aprendizagem, etc. de maneira a conseguir obter um estado racional muito superior. Já a neotenia permite o crescimento físico sendo que o crescimento do cérebro nunca para.
O inacabamento humano traz bastantes vantagens pois possibilita evolução constante do ser humano, e é capaz de se adaptar consoante as condições em que se encontra. Somos portanto capazes de produzir um organismo cada vez mais complexo.
O ser humano nasce frágil, prematuro e sem preparação para enfrentar o meio. Esta desvantagem torna-se, porém, uma enorme vantagem no desenvolvimento humano porque é este inacabamento biológico que permitem a adaptação ao meio, a aprendizagem contínua e a relação interpessoal. 
O ser humano precoce é portanto um ser flexível com um programa genético aberto, logo é mais abundante em conhecimento do que se estivesse unicamente dependente dos instintos. Por sermos biologicamente inacabados temos maior flexibilidade, depois tendemos a criar um espaço próprio para ganhar estabilidade e adaptação, a que chamamos de cultura que damos aos nossos descendentes.
O inacabamento humano é portanto aquilo que nos distingue dos animais, pois possuímos uma grande flexibilidade de comportamentos, em grande parte imprevisíveis pois dependem do processo de adaptação ao meio.
André  Lopes


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A que se deve o comportamento humano á hereditariedade ou ao meio social.
 
 



O comportamento humano deve-se á heriditariedade, pois quando um ser humano nasce possui geneshereditários dos seus progenitores que faz com que ele tenha comportamentos que não foram adquiridos, são inatos.
Por outro lado, o comportamento humano também deve-se muito ao meio social, pois é a partir do meio social que adquirimos  outros comportamentos tais como, andar, falar, comer, ler e daí satizfazendo as suas nececidades.
 
 
Gil Soares
Paulo Oliveira

domingo, 9 de dezembro de 2012

Ilusões de Ótica


“Nem tudo o que parece é.“





Às vezes o que estamos a ver não é aquilo que realmente parece, porque as aparências iludem, e deixam-nos com uma ideia errada do que está á nossa frente. As causas para este fenômeno podem ser fisiológicas ou cognitivas. Quando falamos de ilusão ótica retratamos um assunto muito relativo, pois aquilo que eu vejo, outra pessoa pode ver de uma maneira diferente. Imagine-mos que estamos numa sala com mil pessoas a assistir a um espetáculo, e eu pergunto:” O que estamos a ver, todas as outras pessoas conseguem ver da mesma maneira?”. A resposta é sim e não. Relativamente sim, absolutamente não. Encontramo-nos, num espaço físico onde mais nenhuma pessoa pode estar, logo, as imagens que vemos não são as mesmas para resto das pessoas. Isto implica que cada um está a ver o mesmo espectáculo de maneira diferente, porque todos têm ângulos de visão diferentes da nossa.

A visão de ótica não representa uma falha no processamento das imagens no cérebro, mas sim, a construção de uma imagem aproximada e fácil de ser interpretada pelo nosso cérebro.

Quando olhamos para alguma coisa, vemos aquilo que pensamos. Quando olhamos para um prato, vemos um prato, se olharmos para um gato, vemos um gato. Isto porque já temos assimilado o padrão das coisas para as quais estamos habituados a olhar, ou seja, a imagem que vemos está associada às formas já armazenadas no cérebro, visto que já a vimos inúmeras vezes, mas se for algo novo, então demoramos mais tempo a percebe-la, armazenando-a no nosso cérebro, guardando os detalhes mais importantes. Essa nova imagem deixa-nos admirados, deixando-nos curiosos, forçando-nos a gostar ou não. Este é o ponto de vista estimulado pela visão de ótica.

Tipos de Ilusões Óticas:

Ilusão Escondida

Escondidas: Imagens que a primeira vista não apresentam nenhum significado, mas depois de observar por alguns segundos ocorre a percepção da imagem.



Ambíguas: As imagens ambíguas, contém duas ou mais imagem na mesma figura. Seu sistema visual interpreta a imagem em mais de um modo.Embora a imagem pareceça constante, consegue-se ver duas imagens ao mesmo tempo.
Ilusão Ambigua


Impossíveis: Imagens que aparentemente são normais, mas observando mais atentamente vemos que são impossíveis.
Ilusão Impossivel
Ilusão de Letras

Letras: Os nossos olhos muitas vezes enganam, há várias formas e tipos de letras que interferem no nossao sistema visual. Principalmente as que envolvem escrita e cor, informações interpretadas por diferentes áreas do cérebro.




Geométricas: Formas geométricas são especialmente utilizadas para criar conflitos, geram um grande número de ilusões de óptica. Entre estas formas estão as figuras de Gestalt.
Ilusão Geométrica



Após Efeito: São imagens que depois de vistas revelam curiosos efeitos e novas cenas.
Ilusão Após Efeito

Estereogramas: Imagens em três dimensões que através de técnicas que utilizam o mecanismo visual binocular do ser humano, criam a sensação de profundidade em duas ou mais imagens bidimensionais do mesmo objecto representado através de perspectivas diferentes.
Ilusão de Estereogramas

A conclusão que podemos retirar é que: Olhar é a função dos olhos; Ver é a reação quimica de pigmentos dos olhos em contato com a luz; Apreciar é o dom de vislumbrar as verdades e conhecer os detalhes do mundo e das coisas, porque tal como se diz " Nem tudo o que parece é ".
 
Marta Teixeira


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Importância da Socialização na Vida Humana


A socialização é o processo através do qual o novo individuo se insere numa determinada sociedade, ou seja, assimila os hábitos e características da sociedade onde nasce.
A socialização é contínua na nossa vida, inicia-se no primeiro contacto com a sociedade (logo após o nascimento) e acompanha-nos até à morte do nosso cérebro.



Podemos dividir a socialização em dois tipos: a socialização Primária e a socialização Secundária.


  • A socialização Primária é o processo pelo qual os seres humanos (em situações normais) aprendem as coisas mais básicas da vida, tais como, comer com talheres, andar, falar, vestir-se sozinho, ter hábitos de higiene, etc..

Estas "normas" são-nos ensinadas, principalmente, pelos nossos familiares e pela escola.
Este processo constitui um papel importantíssimo na nossa vivência.







  • No que diz respeito à socialização Secundária também é um processo de aprendizagem mas, tal como o nome indica, é secundária, isto é, significa que sofremos este processo quando nos deparamos com novas e diversas situações ao longo da nossa vida  que temos de nos adaptar a elas, por exemplo, a perda de um familiar, a emigração, o casamento ou, em sentido contrário, o divórcio...

Nem sempre é fácil esta adaptação às novas situações, contudo também têm um papel fundamental na vida em sociedade.



Concluindo, a socialização é o processo que permite cada pessoa desenvolver a sua personalidade e a sua integração na sociedade. Portanto cada individuo é único e a sua personalidade também.
Por fim, é de mencionar que o facto de estarmos a todo o momento sujeitos a este processo nos torna membros integrados numa sociedade e aquilo que cada Ser Humano é.


Nuno Ribeiro



sábado, 1 de dezembro de 2012

É a favor ou contra em relação à Eutanásia?




A Eutanásia é um termo de origem grega (eu + thanatos) que significa boa morte ou morte sem dor. A prática de Eutanásia é suportada pela teoria que defende o direito do doente incurável de pôr termo à vida quando sujeito a intoleráveis sofrimentos físicos ou psíquicos. A Eutanásia é um tema polêmico, havendo países com legislação definida sobre a sua prática e outros países que a refutam categoricamente por motivos diversos.

Existem duas formas de prática da Eutanásia:
Ativa
A Eutanásia ativa acontece quando se apela a recursos que podem findar com a vida do doente (injeção letal, medicamentos em dose excessiva, etc.). 
Passiva
Na Eutanásia passiva, a morte do doente ocorre por falta de recursos necessários para manutenção das suas funções vitais (falta de água, alimentos, fármacos ou cuidados médicos).

Argumentos a favor:
Todos aqueles que acham a Eutanásia um ato necessário em situações extremas, apresentam alguns argumentos a favor da Eutanásia. Eles acham que a Eutanásia é um modo de fugir ao sofrimento aquando da falta de qualidade de vida e em fase terminal. Também pensam que ao morrer de uma forma pouco dolorosa é significado de morte digna.
Cada pessoa tem autonomia para decidir por si próprio, estando na base da escolha pela prática ou não da eutanásia. A eutanásia não apoia nem defende a morte em si, apenas faz uma reflexão de uma morte mais suave e menos dolorosa que algumas pessoas optam por ter, em vez de viveram uma morte lenta e sofrida.
O indivíduo ao escolher a prática da eutanásia tem de ter consciência do que está a fazer, havendo consequentemente a impossibilidade do arrependimento. É preciso analisar os diversos elementos sociais que o rodeiam, incluindo também componentes biológicas, familiares e económicas.


Argumentos contra:
Existem muitas objecções à prática da Eutanásia, como elementos religiosos, éticos e políticos, dependendo da sociedade em que o doente está inserido. No caso da religião, a principal objecção é o facto de considerarem que a eutanásia é tida como uma usurpação do direito à vida humana, vida esse que foi criado por Deus e é esse Deus o único que pode tirar a vida a alguém.
Os médicos consideram a vida algo sagrado, portanto da perspetiva da ética médica, tendo em conta o juramento de Hipócrates a Eutanásia é considerada homicídio. Cabe assim ao médico, cumprindo o juramento Hipocrático, assistir o paciente, fornecendo-lhe todo e qualquer meio necessário à sua subsistência.


É possível concluir que a Eutanásia é um problema do nosso quotidiano, demonstrando os vários argumentos que existem a favor e contra. É um assunto que diverge as pessoas, as culturas, os países, os costumes, a religião, entre outros fatores e que nunca vai haver consenso. E na minha opinião estou de acordo em que se pratique a Eutanásia em casos em que o sujeito quer realmente isso, exemplo disso é que filme sobre a Eutanásia em que são debatidos os vários argumentos, no filme “Mar Adentro”, onde retrata um homem tetraplégico e que quer por fim a sua vida, é uma história verídica. 

Bruno Guimarães

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

QUEM SOMOS? E PORQUÊ?



Começo por fazer alusão a uma frase popular … “o que mata não é a arma mas sim o chumbo”. Perguntamos diversas vezes, qual a importância dos genes na definição da nossa personalidade? Eu penso que os genes são uma parte importante na estrutura de composição do ser humano, numa perspectiva percentual será variável de caso a caso, o que significa que poderemos ser influenciados mais ou menos consoante o caso, mas que estes não irão influenciar totalmente aquilo que somos.                                                                                          Como dizia anteriormente, os genes fazem parte de uma estrutura, que a meu ver é composta pelo meio ambiente em que estamos inseridos, bem como todos os valores que nos são dados pelos familiares mais próximos aquando da nossa formação como individuo, bem como, todas as pessoas com quem convivemos mais proximamente, toda a composição desta estrutura é que vai originar a definição psicológica de cada indivíduo.                                                                                    

É claro que muito do que somos, é dos nossos progenitores, o andar, o falar, a estrutura física, doenças, um sem número de características que nos “une”, mas o indivíduo poderá conter genes (defeituosos) com clara apetência para fazer o mal (leia-se segundo leis civis), mas penso que toda a outra percentagem que faz parte do indivíduo, na maioria das vezes, esse conjunto terá uma maior influencia no “disparar” da arma, ou seja, poderemos ser uma “arma” ambulante (parte de genes defeituosos) pronta a disparar, mas daí ao disparo há um longo caminho, caminho este percorrido por todas as regras e imposições sociais, bem como toda a vivencia que nos é permitida pelo meio em que vivemos.                                                                   

Como conclusão, há nascença não somos um indivíduo com o destino já traçado, mas que do mesmo consta uma certa orientação “forçada”, pela herança dos nossos genes, bem como a herança que a sociedade nos impõe pelas suas regras e leis. A nossa personalidade vai-se fazendo no dia-a-dia, absorvendo o conhecimento que nos é proporcionado, mediante aquilo que há nascença já o somos, um exemplo, dois recém-nascidos, filhos dos mesmos pais, um será adoptado por uns pais de classe média-alta e consequentemente terá a possibilidade de uma educação superior (escolar), podendo mais tarde formar-se e ter uma maior influencia na sociedade, ao contrario, o outro foi acolhido numa família tribal do Brasil, com todos aqueles rituais, e não saindo desse espaço será o quê? Mais um índio, sem formação, isto é, formação académica, o que equivale a dizer, que a personalidade de cada um baseia-se fundamentalmente no conhecimento que se vai adquirindo ao longo da vida.
                                                                                                        Diogo Pollery.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Embriões ideais


Será que ao escolher o sexo e as características físicas dos bebés os pais tornar-se-iam mais felizes? Passariam a haver pessoas mais bonitas e saudáveis no mundo? E será correcto que os cientistas lidem com genes de embriões, mesmo que apenas seja para curar doenças genéticas?

Existem casais que não podem ter filhos porque um ou outro têm uma doença genética e é inevitável que os seus filhos tenham essa mesma doença e que até poderão morrer poucas semanas após o seu nascimento ou mesmo à nascença. 
Porém, as técnicas utilizadas para alterar a constituição genética do embrião permitem que esses casais possam ter filhos saudáveis. Em contrapartida, se é verdade que todos os pais desejam sempre o melhor para os seus filhos, porque motivo não podem eles desenhar os seus próprios bebés? Recorrendo a estas técnicas, é possível evitar certas doenças genéticas, evitando-se também o sofrimento da criança e dos seus pais. E será que por via desta intervenção passará a haver famílias mais felizes? Existem também casais com filhos que sofrem de doenças sanguíneas graves, por exemplo, que recorreram às técnicas para seleccionar embriões ideais. Deste modo, puderem ter um segundo filho que depois foi doador compatível de sangue ou de medula óssea para o seu irmão ou irmã. Neste segundo caso, não só a segunda criança é saudável como também pode ajudar o irmão ou irmã a curar-se. Pessoas mais ligadas à religião abordam este assunto como não sendo ético e que vai contra a natureza de Deus. Eu, concordo que a escolha dos embriões deve ser feita apenas nos casos em que existem doenças genéticas, porque todos os pais têm direito a ter filhos saudáveis. Mas quando essa escolha tem por base características físicas bem definidas, como o sexo, ou a cor dos olhos, já sou contra, pois é totalmente diferente querer ter um filho saudável do que querer ter um filho com olhos azuis.

Gabriela Dias

Democracia

    Democracia vem da palavra grega "demos" que significa povo.
   A democracia é um regime político no qual o poder maioritário é exercido por todos os cidadãos, através de representantes eleitos pelo povo. É um conjunto de princípios e práticas que protegem a liberdade humana.
   A democracia tem como principal função proteger os direitos humanos fundamentais, como a liberdade de expressão e religião, o direito de protecção legal igual e o direito de organizar e participar plenamente na vida política, económica e cultural da sociedade.




  Na democracia, regularmente se fazem eleições, abertas a todos os cidadãos. Ao contrário da ditadura, as eleições não sofrem censura ou corrupção, o que mostra que na democracia, as decisões são tomadas, direta ou indiretamente por todos os cidadãos, maioritariamente.
   Na democracia, os militares têm como dever proteger o país, não representam nenhuma tendência política nem grupo étnico ou social. A sua lealdade manifesta-se em relação aos ideais do país, ao estado de direito e ao princípio da própria democracia. Podem certamente participar igualmente na vida política do seu país como qualquer outro cidadão, mas, individualmente, como leitores.
   A democracia apoia a existência de uma imprensa livre, ou seja, o direito de liberdade de expressão, um dos grandes direitos do homem:
   - O governo é responsável pelos seus atos e os cidadãos esperam ser informados sobre as decisões que os seus governos tomam em seu nome. A imprensa tem uma função supervisora do governo, ajudando os cidadãos, informando-os;
   - Através das informações da imprensa, cada cidadão pode atualizar o seu pensamento sobre determinado partido ou representante político. Este acesso de jornalistas a reuniões e documentos públicos é garantido pelo governo, e não colocam restrições previas sobre aquilo que os jornalistas podem ou não escrever.
   
   Todos os seres humanos nascem com direitos inalienáveis. Estes direitos permitem que as pessoas consigam uma vida digna. Sendo assim, nenhum governo pode conferi-los, mas todos os governos devem protege-los.
   A liberdade fornecida pela democracia, sobre uma base de justiça, tolerância, dignidade e respeito, com igualdade perante diferentes etnias, religiões ou classes sociais, permite que as pessoas possam viver em paz.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia

Luís Moreira

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Síndrome de Down




A síndrome de Down, uma combinação específica de características fenotípicas que inclui retardo mental e é causada pela existência de três cromossomas 21.
As pessoas com síndrome de Down costumam ter um desenvolvimento físico e mental mais lento que as pessoas sem a síndrome. O retardo mental de uma pessoa com síndrome de Down manifesta-se antes dos 18 anos de idade, que diz respeito a uma série de limitações significativas no funcionamento intelectual, ou seja terá limitações com a sua comunicação, com o seu funcionamento na comunidade, com a saúde e segurança, com o trabalho e lazer.
Existe uma grande variação na capacidade mental e no progresso desenvolvimental das crianças com síndrome de Down. Este desenvolvimento motor das crianças também é mais lento, pois as crianças sem síndrome costumam caminhar com 12 a 14 meses de idade e as crianças com síndrome geralmente aprendem a andar entre 15 a 36 meses. O desenvolvimento da linguagem também é bastante atrasado.


Estas crianças com um ambiente amoroso e estimulante, intervenção precoce e esforços integrados de educação irão influenciar positivamente o seu desenvolvimento.
Embora as pessoas com síndrome de Down tenham características físicas específicas, geralmente elas têm mais semelhanças do que diferenças com a população e nem sempre a criança com síndrome de Down apresenta todas as características, algumas podem ter poucas, enquanto outras podem mostrar a maioria dos sinais da síndrome.
Estas crianças com síndrome de Down apresentam algumas características tais como: achatamento da parte de trás da cabeça, orelhas ligeiramente menores, boca pequena e mãos e pés pequenos.

Gil Soares
   


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A que se deve o comportamento humano a sua especificidade: à hereditariedade ou ao meio ?




A especificidade do comportamento humano é um tema complexo, que gerou contrariedades e para o qual ainda não há respostas universalmente aceites. Esta questão foi colocada à cerca de 2000 anos atrás pelos filósofos gregos que desenvolveram duas teorias: o Empirismo ( o conhecimento do homem advém da experiência sensível) e o Racionalismo (o conhecimento do homem é inato, ou seja, nasce com ele). 
No entanto, na nossa opinião tais teorias só estariam correctas se funcionassem como um todo, pois, o comportamento humano é influenciado por vários factores que interagem entre si, como a hereditariedade e o meio social. 
Parte desta especificidade deve-se a uma base genética (hereditariedade) que possui todas as características humanas. 
Assim sendo, podemos afirmar que todos temos a mesma hereditariedade especifica- que nos torna humanos- e todos temos diferente hereditariedade individual-que nos torna únicos. 
Por outro lado, existe ainda a influência do meio social em que homem está inserido, que em interacção com o património genético determina a forma de ser de uma pessoa. 
Em suma, a pessoa é resultado de uma história em que se interligam factores hereditários e factores ambientais. A complexidade do que somos deriva do potencial herdado e dos efeitos do meio. 


Bebiana Costa 
Maria João Fernandes 
Bárbara Monteiro 
Pedro Costa